Amor de balada


Após uma semana cheia de compromissos e cansaço, o fim de semana chegou. Meus planos eram só de ficar em casa assistindo Netflix e comendo guloseimas. O único passeio que eu tinha em mente de dar era da sala a cozinha.
Mas aí recebi inúmeros convites de ir curtir a noite de sexta com os meus amigos em uma boate qualquer da cidade.
E até hoje eu agradeço imensamente por aquele convite.
Fui, sem pretensão de beijar ninguém. Só queria beber e curtir as músicas que eu gosto.
Mas bem no meio da noite, por volta das 02:00 h da manhã, eu cruzei olhares com ela.
A maquiagem ainda estava intacta, estava alegre mas não ao nível de estar muito alcoolizada, estava com um coque bagunçado; que provavelmente fez ao sentir calor.
E para a minha surpresa, num piscar de olhos, me encontrei conversando com ela.
Trocamos sorrisos, meias palavras... Ofereci uma bebida e com o jeito mais doce e lindo ela  aceitou.
Mais do que nunca, eu não queria que aquela noite tivesse fim. Eu não queria que alguma de suas amigas a puxasse para ir embora. Varamos a noite dançando algumas músicas desconhecidas, cantamos juntos os refrões das nossas preferidas...
E de novo, de repente, eu a vi em meu carro, indo em direção a minha casa.
Ao adentrar a minha residência, fui direto para o chuveiro e fiz com ela ficasse a vontade.
Ao sair do banho, tive a imagem mais linda daquela noite. Ela com a minha camiseta preferida e com o famoso coque bagunçado.
Uns dizem que amor de balada não existe.
Mas aí eu digo  para vcs, meus caros, sabe essa mulher que eu acabei de descrever? Ela está agora do meu lado com o mesmo coque bagunçado daquela noite, vestindo uma das minhas camisetas preferidas e lendo algum romance.
É. Se tivessem me contado esta história, eu também não teria acreditado.

*texto de minha autoria
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